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Como proteger o carro além de contratar um Seguro Auto? Conheça opções para ficar mais seguro

Saiba como economizar na contratação do seguro e escolher o melhor plano

Você chega ao local em que deixou o seu carro estacionado e cadê ele? Anda mais um pouco achando que se enganou e estacionou mais para frente. Olha para os lados e se dá conta de que infelizmente ele foi furtado. Só quem já passou pela situação sabe o quanto é ruim. Fora toda a dor de cabeça para fazer boletim de ocorrência, contatar a seguradora, a espera até a indenização ser paga. Além, é claro, de toda a burocracia e os gastos para comprar um novo carro posteriormente. Mas o que podemos fazer para proteger o carro e não passar por isso?

Atualmente, todos os carros saem de fábrica com chave codificada. Na realidade é um chip que conversa com a central eletrônica do carro e confirma que aquela é realmente a chave do carro. Em teoria, apenas com ela seria possível dar partida. Porém, os criminosos sempre estão um passo à frente. Eles já sabem como é possível acessar esse código e dar partida utilizando outros meios.

A boa notícia é que, além do seguro auto, há diversos recursos para proteger o carro e se livrar de surpresas desagradáveis. E o investimento, na maioria das vezes, não é tão alto. Além disso, é possível agregar outras funcionalidades junto com o sistema de proteção. Conheça um pouco de cada um deles.

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Dicas para proteger o carro

Bloqueador da parte elétrica

Conhecido popularmente por resgate, o bloqueador é a maneira mais barata de proteger o carro. Por menos de R$ 100, ele desliga a parte elétrica do veículo alguns minutos após a partida caso não seja desativado. Assim, a bomba de combustível para de funcionar, o carro desliga e não dá mais partida. Para desativar o bloqueador, basta apertar um pequeno botão que é escondido no interior do carro no momento da instalação.

Há pontos negativos, porém. Para que não fique fácil de o ladrão localizar o botão, ele é escondido em lugares de difícil acesso. Isso pode ser um pouco incômodo, já que você terá que acioná-lo sempre ao dar a partida. Além disso, toda vez que você parar em um estacionamento terá que avisar o manobrista e mostrar a localização do botão. Por fim, caso seja abordado pelo ladrão com o carro em funcionamento, ele irá funcionar apenas depois que o motor for desligado e ligado novamente.

Alarmes sonoros

Os alarmes sonoros são as opções mais populares do mercado para proteger o carro. Eles saem de fábrica em muitos modelos e podem ser de três tipos. 

O mais antigo é o alarme perimétrico, acionado por meio de sensores instalados nas colunas das portas. Quando uma delas é aberta sem antes o alarme ser desativado, a sirene dispara. O ponto negativo é que ele não é acionado em caso de quebras de vidros, abertura de porta-malas e capô e movimentação do carro.

A outra opção é o alarme volumétrico, atualmente o mais vendido como acessório após a compra do veículo. Um sensor ultrassônico instalado na cabine monitora os movimentos e os sons dentro da cabine. Se houver qualquer movimentação, o alarme dispara. Seu preço fica entre R$ 300 e R$ 400.

Por fim, o alarme com sensor de movimento utiliza o acelerômetro. Um sensor que monitora as acelerações, desacelerações e os movimentos da carroceria e as envia para a central eletrônica do carro. O acelerômetro é muito sensível . Ele detecta até a mínima oscilação do veículo, como o abrir de uma porta, por exemplo. Quando isso acontece, a sirene é disparada. A maioria dos carros sai de fábrica atualmente com este tipo de alarme.

Quase todos os alarmes sonoros incluem um bloqueador de parte elétrica. Com isso, mesmo que o ladrão tente dar partida com a sirene disparada, não vai conseguir. 

Outra vantagem é que o alarme sonoro pode funcionar em conjunto com um módulo. Com ele, é possível travar e destravar as portas à distância, subida e descida dos vidros e desligamento do sistema de áudio do carro à distância. A desvantagem dos alarmes sonoros é que eles podem ser desativados pelos criminosos e não funcionam em caso de roubo, apenas nos furtos.

Rastreadores

A opção mais eficiente para proteger o carro é o rastreador. Tanto é que muitas companhias seguradoras oferecem o equipamento de maneira gratuita para clientes com modelos de carros muito visados. Ou então aqueles que circulam por regiões com alta taxa de roubos e furtos de veículos. É também a maneira mais cara de proteger o carro. Isso porque você precisa pagar uma mensalidade entre R$ 50 e R$ 200 para a empresa que faz o monitoramento.

O rastreador utiliza um sensor de GPS escondido dentro do carro. Ele passa a uma central a posição exata do carro o tempo todo. Em caso de furto ou roubo, a central pode bloquear o funcionamento do motor remotamente. Ela aciona uma sirene e avisa a polícia ou uma equipe própria de resgate a localização exata do veículo. Algumas empresas de rastreamento oferecem aplicativos para celular que mostram ao proprietário a localização do carro e a velocidade em determinado trechos.

O ponto ruim do rastreador é que no caso de furto, a central será avisada apenas quando o proprietário perceber que o veículo foi levado. Além disso, se o ladrão utilizar um bloqueador de sinal, a central não terá a localização exata do veículo, apenas o último ponto em que o sensor de GPS enviou a posição.

Travas de câmbio, freios e volante

Muito populares entre os anos 1980 e 1990, as travas de câmbio, freios e volante funcionam de maneira parecida e estão praticamente extintas nos dias de hoje. A primeira, trava a alavanca de câmbio em marcha a ré com o uso de um dispositivo com chave. Caso consiga dar partida, o ladrão não consegue andar com o carro para a frente.

Já a trava de freio também utiliza uma chave e mantém os freios do carro acionados, impossibilitando que ele se movimente. Por fim, a trava de volante é uma haste metálica com chave e um gancho em cada ponta que liga o pedal de freio ao volante e impede que este seja movimentado.

Na dúvida, recorra ao bom e velho estacionamento

Se você precisar ir a algum lugar em que seja difícil estacionar na rua ou que fique em uma região perigosa, prefira pagar por um estacionamento. O mesmo vale para eventos como festas, shows e jogos de futebol. Nesses casos, é até melhor usar o transporte coletivo, aplicativos de transporte ou táxi.

Seguro de Carro é sempre a melhor opção

Independente de ter ou não esses acessórios que ajudam a proteger o carro, é essencial contratar um seguro auto. Se você ainda não tem, faça uma cotação online de seguro de carro e conheça as coberturas e valores. Certamente o seguro de carro é o que te deixará mais despreocupado, especialmente se combinado com outras ferramentas de proteção.

 

Última atualização em 16/07/2020