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Organização financeira em tempos de crise: o que é possível fazer?

Saiba como economizar na contratação do seguro e escolher o melhor plano

O momento é de incerteza no cenário econômico. Por isso, é preciso saber  como se organizar financeiramente na crise. A pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) está trazendo instabilidade não apenas na área da saúde, mas no campo da economia. 

Do dia para noite, muita gente se viu sem renda e/ou diante da possibilidade da queda de ganhos nos próximos meses. 

Mas, quais são as primeiras providências que devem ser tomadas diante de uma situação pouco favorável? Como administrar as finanças para passar por essa turbulência? 

A Bidu separou algumas dicas de como se organizar financeiramente na crise. As recomendações podem ser seguidas por qualquer pessoa que queira colocar em prática agora mesmo um plano eficiente para passar por este momento. 

Independentemente da sua situação, a palavra de ordem é economizar e se manter atento aos próximos acontecimentos. 

Então, respire fundo e mantenha a mente operando positivamente! Tome nota dessas dicas e comece hoje mesmo o seu plano de gestão financeira pessoal.

Reserva de emergência

Você já deve ter ouvido falar algumas vezes sobre a importância da manutenção de uma reserva de emergência. Trata-se daquele dinheiro que você deve se organizar para poupar todos os meses com o objetivo de usá-lo em situações imprevistas.  

Essa estratégia financeira forma uma base sólida para que seja possível “segurar as pontas” no caso de uma queda inesperada de renda. Especialistas defendem que o ideal é possuir o valor suficiente para a quitação das despesas básicas durante 12 meses, no mínimo. 

Em momentos de incerteza econômica, estaríamos em um mundo ideal se todos pudessem ter uma reserva de emergência. Mas, a verdade é que nem todas as pessoas conseguem ter esta organização financeira. 

Se você possui um dinheiro guardado, pode ficar mais tranquilo enquanto aguarda a definição do cenário econômico. 

Mas, se não tem, não há motivo para se desesperar. Veja agora esses 12 passos para se organizar financeiramente na crise e começar a economizar hoje mesmo:

1. Fazendo as contas: primeiro passo para se organizar financeiramente na crise

Em momentos de incerteza, a primeira medida que vai lhe ajudar a organizar as finanças é saber o quanto você precisa ganhar todos os meses para viver.

Parece um conselho muito básico, não é mesmo? Mas, existe muita gente que não tem a menor ideia do quanto gasta mensalmente em despesas básicas como:

  • Aluguel;
  • Condomínio;
  • IPTU;
  • IPVA;
  • Gás;
  • Energia elétrica;
  • Água
  • Supermercado;
  • Financiamentos;
  • Internet, entre outras. 

Ter a certeza sobre esses custos lhe dará um ponto de partida para que você possa planejar os passos para os próximos meses. 

Para se organizar, se você for mais tecnológico, pode usar os aplicativos de finanças pessoais para lançar e controlar todas as suas despesas fixas. Agora, se você preferir, pode usar uma planilha em Excel ou até mesmo fazer anotações em um caderno. 

Seja sincero e anote tudo: desde as despesas fixas até os gastos mínimos. o importante é colocar na ponta do lápis (literalmente) os valores necessários mês a mês.  

+ O que fazer para sobrar dinheiro no final do mês?

2. Entendendo os gastos

Depois de “planilhar” as despesas fixas e variáveis, você poderá perceber com mais clareza para onde está indo o seu dinheiro. Preste a atenção em contas como celular, pacotes de TV a cabo, internet, entre outros gastos. 

Será que você está mesmo usando tudo o que está contratando? Se você estiver em dúvida, siga em frente para o passo número 3.

3. É hora de encontrar pacotes com valores mais atraentes

No passo número 1, falamos sobre a importância de conhecer profundamente os gastos fixos. Depois, vimos a necessidade de refletir sobre algumas dessas despesas. Agora, é hora de partir para a negociação. 

Verifique entre as suas despesas fixas e variáveis o que pode ser cortado e o que pode ser negociado. Leve em consideração o seu momento de vida e o que precisa ser estritamente mantido. 

Avalie os gastos com academia, assinaturas de serviços de streaming (como Netflix e Spotify, por exemplo), assinaturas gerais de revistas, jornais, clubes, entre outros. Calcule o valor de tudo e não tenha medo de cortar, se for necessário.  

Para os serviços essenciais como celular e internet, por exemplo, a dica é negociar! Ligue para as operadoras e conheça as alternativas de pacotes com serviços reduzidos. Verifique também se fica mais barato adicionar outras pessoas família ao seu plano.

E já que a palavra de ordem é “economizar”, porque não avaliar as ofertas dos concorrentes? 

Lembre-se: a melhor organização financeira é aquela feita por quem sabe negociar. 

4. Energia elétrica: use com sabedoria 

Negociar os pacotes de celular e internet, conforme vimos no passo anterior são boas alternativas para se organizar financeiramente na crise. Mas, que tal potencializar o seu poder de economia com a conta de energia elétrica? 

Este é um serviço essencial que pode ser usado de forma racional seguindo dicas básicas como:

  • Não deixe luzes acesas desnecessariamente; 
  • Use a máquina de lavar roupas somente depois que juntar o suficiente para preencher a capacidade máxima;
  • Utilize o ferro de passar poucas vezes no mês;
  • Cuidado com banhos muito demorados;
  • Atenção ao uso do ar condicionado. 

5. Tarifas bancárias: você não precisa delas 

Se organizar financeiramente na crise significa cortar todos os gastos desnecessários. E neste quesito estão as tarifas bancárias. Isso mesmo: você não precisa pagar por elas. 

O Banco Central do Brasil (BACEN) regulamenta a prestação de serviços considerados como básicos pelos bancos. Trata-se de um pacote de serviços essenciais que devem ser prestados sem cobrança de mensalidade. Neste caso estão incluídos os saques, transferências entre favorecidos na mesma instituição, emissão de extratos, entre outros. 

+ Saiba como não entrar no cheque especial

Já os serviços adicionais, que não constam como “essenciais” podem ser cobrados a parte. Para saber quanto você irá pagar por cada um deles, é importante consultar a tabela do seu banco.

Também vale a pena verificar os bancos que oferecem contas digitais, pois a maioria, não cobra nenhuma taxa de manutenção. Algumas delas são o Nubank, o Next e o Banco Neon

6. Anuidade do cartão de crédito: se organize para não pagar

Não faria sentido deixar de pagar as tarifas bancárias e continuar pagando a anuidade do seu cartão de crédito, não é mesmo? 

Ligue para a operadora do seu cartão e negocie essa tarifa também. Se não for possível, verifique outras opções existentes no mercado. Um dos cartões sem anuidade mais conhecidos atualmente é o cartão de crédito Nubank

Outro cartão sem anuidade e que ainda dá desconto em lojas é o Credicard Zero. Outra opção é o cartão Santander Free, que isenta de anuidade quem faz compras a partir de R$ 100 por mês.

+ Como usar o cartão de crédito sem cair em dívidas?

7. Economize ao fazer suas compras 

A melhor forma de pagar mais barato é manter-se organizado. Recupere todos os cartões de fidelidade que você possui. É muito comum que grandes lojas trabalhem com essa modalidade, oferecendo as mais diversificadas vantagens. Mas essa não é uma exclusividade dos grandes varejistas.

Lembre-se também daquele lojista pequeno ou prestador de serviço perto da sua casa. Do grande magazine ao salão de manicure do seu bairro, não deixe nenhuma boa oportunidade de fora. 

O importante é dar preferência aos estabelecimentos que lhe dão algum tipo de benefício quando for fazer qualquer tipo de compra. Seja aquela promoção básica “a cada 9 compras a 10.º é grátis” ou aquela que oferece a troca por algum tipo de produto ou serviço a partir do acúmulo de pontos, vale tudo para economizar!

8. Use os programas de cashback e cupons de desconto

“Cashback” é um modelo no qual você pode comprar alguma coisa e ainda receber uma porcentagem do dinheiro de volta. Não é bem uma novidade. Essa fórmula é muito utilizada pelas operadoras de cartão de crédito, por exemplo.

Atualmente, muitos sites especializados em cashback surgiram. Isso sem falar que alguns bancos digitais também oferecem esse tipo de facilidade, disponibilizando o depósito dos valores diretamente na conta. 

Outra forma de comprar mais barato é usando os cupons de desconto. Você pode encontrá-los em sites especializados e utilizá-los em diversas lojas, marketplaces, restaurantes, postos de gasolina, entre outros tipos de estabelecimentos. 

Os cupons são ativados no momento da finalização do compra e oferecem a possibilidade de pagar menos por um determinado item. 

Alguns sites de cashback e cupons de desconto são: Méliuz, Beblue, PicPay e AmeDigital, Cuponeria, Cuponomia e Cuponation

Vale a pena ficar ligado às oportunidades. 

9. Use os aplicativos para ativar ofertas do mercado e farmácia 

A maioria das redes de mercado e varejos de frutas oferecem aplicativos que funcionam como um gerador de descontos. Com essa facilidade, você não precisa se deslocar para conhecer as promoções, pode fazer isso antes de ir às compras. 

Dessa forma, é possível ativar as ofertas da sua casa e receber os descontos na hora de passar no caixa. 

Algumas redes de farmácia também oferecem aplicativos semelhantes. Com eles é possível usar a câmera do celular para encontrar as ofertas mais vantajosas para o item desejado. Basta “scannear” o produto e validar as ofertas.

10. Use sites de comparação de preço antes de comprar pela internet

Comprar pela internet é a bola da vez. Então, não deixe de pesquisar antes de comprar. Use os sites comparação de preços antes de efetivar qualquer compra. Eles indicam onde estão as ofertas e os menores preços.

Alguns dos sites mais conhecidos são: Buscapé, Bondfaro, Zoom e Já Cotei.

Tem dívidas? Procure os credores para renegociar os prazos 

Quem perdeu a renda em um momento de crise, deve procurar os credores para verificar a possibilidade de renegociar as dívidas. 

Quem tem financiamentos, crediários, consórcios, entre outros compromissos, deve ficar atento. É melhor verificar as possibilidades de renegociação a sofrer as sanções previstas em contrato em caso de inadimplência. 

Opções como extensão do prazo ou a diminuição do valor total de cada parcela podem ser boas alternativas.Em horas delicadas como as que se apresentam em crises, é comum que as instituições credoras flexibilizem as condições diante de uma promessa de pagamento. 

+ Quais são as melhores técnicas para negociar suas dívidas?

+ Quais são os recursos que você pode contar para o seu planejamento pessoal?

Se a situação apertar, vale a pena pegar um empréstimo?

Juntar dinheiro para fazer uma reserva de emergência deve ser sempre uma prioridade. Esse é um recurso valioso nos casos mais imprevistos. 

Mas, a verdade é que em momentos de crise, uma boa organização financeira pode depender da obtenção de um dinheiro rápido para que seja possível equilibrar as despesas. 

Se as coisas apertarem muito, vale a pena pedir um empréstimo pessoal. Você também pode utilizá-lo para pagar as dívidas mais caras como os juros do cheque especial e o cartão de crédito

Existem diversas opções de empréstimo que oferecem condições com taxas e juros mais baixos. A boa notícia é que é possível obter empréstimo pessoal até mesmo quando o nome está negativado.

E para conhecer as alternativas mais vantajosas, você não precisa sair de casa. Corretoras como a Bidu fazem a cotação online. Em poucos minutos, você recebe no seu e-mail todas as informações que precisa para contratar. 

Assim que o seu perfil for aceito, você receberá o dinheiro diretamente na sua conta bancária sem precisar passar pelo banco.

Solicitar Empréstimo Pessoal

+ Como funciona o empréstimo sem comprovação de renda

Gostou das dicas? 

A gente sabe que momentos de incerteza podem gerar uma certa ansiedade. Mas, o importante é se manter calmo para poder se organizar financeiramente na crise. 

Para facilitar a sua organização, resumimos abaixo tudo o que você precisa considerar neste momento:

Dicas para se organizar financeiramente na crise

  1. Conheça e entenda seus gastos fixos e variáveis;
  2. Negocie seus pacotes de serviços essenciais como celular e internet; 
  3. Economize na conta de energia elétrica; 
  4. Se livre das tarifas bancárias e da anuidade do seu cartão de crédito;
  5. Use os benefícios do programas de fidelidade de todos os estabelecimentos;
  6. Compre utilizando recursos como cashback e cupons de desconto; 
  7. Ative as ofertas do supermercado pelo aplicativo antes de sair de casa; 
  8. Antes de comprar, compare os preços nos buscadores online; 
  9. Procure os credores para renegociar as condições de pagamento de suas dívidas; 
  10. Conheça as alternativas de crédito mais baratas como o empréstimo pessoal. 

 

Última atualização em 13/04/2020