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Como ficará o Setor Auto pós pandemia? Descubra se será um bom momento para comprar ou vender

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Todo mundo quer saber quando a pandemia acabará e como diversos setores se comportarão após seu fim. E uma das dúvidas é como ficará o setor auto pós pandemia. 

Quatro meses após o início da pandemia causada pelo coronavírus, o mercado automotivo começa a se recuperar lentamente. Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), os emplacamentos de automóveis e comerciais leves cresceram 116,8% em junho em comparação a maio. Entretanto, se confrontado com junho de 2019, a queda é de 42,5%.

No setor de usados, o cenário é semelhante. As vendas de automóveis e comerciais leves aumentaram 72% em junho, se comparadas ao mês anterior. Em relação a junho de 2019, a redução foi de 32% de acordo com a Fenabrave. E como vai ficar o setor auto pós pandemia? Será que teremos um crescimento nas vendas ou o mercado manterá o patamar anterior? Ainda não é possível prever o comportamento do consumidor, mas já dá para notar algumas tendências.

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Setor Auto pós pandemia

A pandemia trouxe diversas mudanças na rotina das pessoas. Muitas delas trarão impactos definitivos no dia a dia e, com isso, mudanças no setor auto pós pandemia. 

Home office definitivo

Muitas empresas adotaram o home office (trabalho em casa) durante a pandemia e obtiveram resultados excepcionais. Além de ganho na produtividade dos colaboradores, conseguiram redução significativa nos custos da operação. Houve economia de aluguel, energia elétrica, água, suprimentos, limpeza, segurança, entre muito outros.

A tendência é que este novo modelo de trabalho seja mantido em muitos lugares. Isso significa que muitas famílias talvez não precisem de dois ou até mesmo de um carro. Assim, espera-se que o mercado de usados seja inundado por estes carros e o segmento de novos perca parte dos compradores.

Queda no transporte coletivo

O receio de ser infectado por vírus ou bactérias no transporte coletivo deve fazer muitos usuários optarem por se locomover em veículos próprios.

Pesquisa feita pelo Instituto Ipsos na China no fim de fevereiro, revelou que 66% dos entrevistados tinham a intenção de utilizar um carro particular ao invés do transporte coletivo. 72% pretendiam comprar um carro em breve. Destes, 77% fariam a aquisição por medo de se contaminar novamente ao dividirem espaços com outras pessoas.

Essa tendência deve se repetir no Brasil. Em pesquisa feita em maio, o mesmo Instituto Ipsos constatou que 30% dos entrevistados brasileiros estão propensos a comprar um carro após a crise do coronavírus. A previsão será bastante positiva para o setor auto pós pandemia. Até os consumidores que não tinham carro deverão ir às lojas e concessionárias atrás de um modelo.

Queda no preço dos novos e usados

Vários fabricantes anunciaram elevação de preços de seus modelos durante a pandemia em razão do aumento da cotação do dólar. Porém, os concessionários estão trabalhando com grandes descontos para conseguirem desovar os enormes estoques. Há modelos custando até R$ 20.000 a menos do que o preço de tabela. A previsão é que este panorama seja mantido no setor auto pós pandemia.

No setor de usados, o cenário é igual. Os lojistas estão puxando o preço para baixo para conseguirem girar o estoque. Mesmo modelos com alta procura, já são negociados com preços abaixo da tabela FIPE. 

Além disso, as locadoras de veículos tiveram queda acentuada nas locações durante a pandemia. Por isso, estão reduzindo suas frotas para obter capital. Com muito carro no mercado, o preço cai. E os preços mais baixos devem atrair uma parcela de consumidores que não pensava em trocar de carro.

Uma nova maneira de comprar

Até 10, 15 anos atrás, comprar carro era uma maratona. Geralmente, o comprador destinava o sábado para peregrinar por lojas e concessionárias. Conhecia vários modelos e buscava o melhor preço e a melhor avaliação do seu carro usado. Com o desenvolvimento da internet e a grande quantidade de informações disponíveis, a escolha do carro ideal ficou mais fácil. Porém, ainda obrigava o comparecimento à loja para negociar.

A popularização das redes sociais e dos aplicativos de mensagens permitiu que toda a negociação, acerto de valores, ficha de financiamento, entre outros, passassem a ser feitas virtualmente. Para o fim de semana, restaram apenas a efetivação da compra e as assinaturas dos contratos.

Na pandemia, as lojas e concessionárias foram proibidas de abrir para receber clientes. Os vendedores passaram a ser ainda mais ativos nas vendas virtuais. Ocorre, inclusive, de levar o carro de interesse até a casa do cliente. A avaliação do usado é feita em domicílio e até a conclusão do negócio fora da concessionária. Este tipo de “mordomia” possivelmente será mantida no setor auto pós pandemia.

O Seguro Auto também mudou

Se o seu carro fica mais dentro da garagem do que rodando, por que não pagar o seguro apenas quando usá-lo? Foi pensando nisso que a Thinkseg e a Generali Seguros criaram o Seguro Auto Pay Per Use. Você paga uma assinatura mensal e mais alguns centavos por quilômetro rodado e está protegido contra roubo, furto e acidentes, como em um seguro convencional. Dependendo do seu uso, a economia pode chegar a 50%.

Um app faz toda a telemetria, calcula a quilometragem mensal e distingue o meio de transporte que você está usando (o próprio carro, aplicativos de transporte, ônibus, bicicleta ou a pé). Pelo aplicativo, você tem todas as informações do seu seguro de carro, além de acesso a assistência 24 horas e outras funcionalidades. Outra vantagem é que você pode fazer o cancelamento da apólice pelo próprio celular, sem necessidade de ligações ou atendimento.

 

Última atualização em 14/07/2020