Seg. a Sex. 9:00 às 18:00
(Horário de Brasília)

Rendimentos CDB: será que vale a pena?

Imagem de caderneta de anotações e contas para ilustrar post sobre Rendimentos CDB

Rendimentos CDB: será que vale a pena?

Investimento popular de renda fixa, o Certificado de Depósito Bancário, mais conhecido como CDB, funciona de um jeito simples. Vamos te explicar a seguir o que são os rendimentos CDB.

O investidor aplica uma determinada quantia em uma instituição financeira (bancos e corretoras). Com isso, recebe em troca os juros concedidos de acordo com as condições que foram preestabelecidas logo de início.

É como se o investidor estivesse emprestando dinheiro à instituição, para então receber os juros mensalmente.

Mas como funcionam os rendimentos CDB? Trata-se de um investimento mais rentável do que a Poupança, por exemplo?

Vamos descobrir!

Rendimentos CDB: como são?

Alguns pontos principais influenciam na rentabilidade do CDB. Confira cada um deles!

Escolha do banco/corretora

Como já foi dito, os Certificados são emitidos pelas instituições financeiras.

Essa informação já traz à tona uma questão que deve ser conhecida por quem deseja avaliar de perto esse investimento. Isso porque o rendimento do CDB muda de acordo com o banco/corretora escolhido pelo investidor.

Isso ocorre em virtude das variações de títulos, vencimentos distintos e quantia mínima exigida, entre outros quesitos.

Mas um ponto é unânime seja qual for a instituição escolhida. Quanto maior o tempo de aplicação e o aporte, maior a valorização do CDB, já que as taxas mais atraentes são as oferecidas pelos títulos que têm mais prazo.

Imposto de Renda

Na conta do rendimento, é preciso também computar o Imposto de Renda (IR) sobre o rendimento – não é calculado sobre o valor total do investimento.

Para a mordida do leão ser menos dolorida, é recomendado deixar o capital aplicado mais tempo para assim obter uma alíquota menor.

Como em outros tipos de investimento, o IR também segue aqui uma tabela regressiva. Ela vai de 22,5% para quem aplica o dinheiro por menos de 180 dias a 15% para quem aplica por mais de 720 dias.

IOF

Além do IR, o investidor que aplique no CDB por menos de 30 dias paga IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que é mais agressivo.

Tipos

Os títulos de CDB são negociados de três formas principais, que ditam os caminhos da rentabilidade – em geral, superior à Poupança:

– Prefixados: contam com uma taxa de juros anual definida na compra;

– Pós-fixados: rentabilidade atrelada a uma taxa de referência vinculada a um índice econômico, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário, que segue de perto a Taxa Selic, que são os juros básicos da economia definidos pelo Banco Central);

– Híbrido: é o tipo menos comum, que tem juro fixo anual mais a variação da inflação.

Prazos

É a instituição financeira que define o prazo de vencimento e da carência do título. Porém, é o investidor que deve ficar atento aqui para entender melhor a importância de ambos no rendimento do CDB.

O prazo de vencimento refere-se à data em que o valor aplicado poderá ser resgatado junto com os juros. Fazer isso antes da data estipulada não é uma boa opção. Por isso, é importante se planejar. Nesse resgate também é cobrado o IR.

Já o prazo de carência, que é a data em que o CDB pode ser resgatado, também deve ser observado. Há títulos, por exemplo, que oferecem a carência na data estabelecida para o vencimento. Ou seja, é preciso seguir com o título até o final.

Liquidez

Há CDBs que têm liquidez diária, ou seja, podem ser resgatados sem que haja perda de retorno, e outros apenas no vencimento.

Pontos positivos!

O CDB não cobra taxas de administração, de performance ou mesmo de custódia, aquela taxa cobrada mensalmente para armazenar os títulos.

Além disso, o CDB contam a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é uma garantia para o investidor. Caso ocorra um problema sério com a instituição financeira, o FGC restitui o teto de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Aproveite e conheça os fundos de investimento.