Seg. a Sex. 9:00 às 18:00
(Horário de Brasília)

Afinal, plano de saúde cobre cirurgia plástica?

Plano de saúde cobre cirurgia plástica

Plano de saúde cobre cirurgia plástica?

O brasileiro vem fazendo cada vez mais cirurgia plástica, por isso o nosso País é considerado o segundo do mundo em quantidade de procedimentos. Isso leva muitas pessoas perguntarem se o plano de saúde cobre cirurgia plástica.

Engana-se quem pensa que o sonho de corrigir esteticamente algo que incomoda seja o único fator motivador para tanta cirurgia.

Há casos em que a plástica está diretamente relacionada a alguma questão de saúde como, por exemplo, a retirada de pele em pacientes que fizeram cirurgia de redução de estômago.

Mas, independente do motivo, o plano de saúde cobre cirurgia plástica?

Apesar de não serem obrigadas a cobrir esse procedimento, cabe às operadoras incluírem ou não a cobertura para a cirurgia plástica, uma opção que pode ser vista como um importante diferencial.

Os planos de saúde seguem sim as mesmas regras, mas podem estabelecer outras próprias, mudando conforme o tempo.

Escolhendo o plano adequado à sua necessidade

Caso você tenha interesse de realizar uma cirurgia plástica, é importante, portanto, conhecer o plano de saúde antes da contratação.

Ler todas as cláusulas do contrato é premissa básica, mas se o plano incluir a cobertura de cirurgia plástica, identifique essa informação no documento e avalie um detalhe importante.

Há casos em que esse procedimento está relacionado apenas à necessidade em caso de saúde.

É importante lembrar os planos de saúde podem cobram carência para realizar o procedimento cirúrgico.

Para ajudar você na escolha, veja a lista dos melhores planos de saúde do Brasil. Com a Bidu, você pode receber cotações de até 6 operadoras diferentes, como Amil, Bradesco Saúde, SulAmérica e muitas outras.

Faça uma cotação online e confira!

Cotação online de Planos de Saúde

 

Afinal, plano de saúde cobre cirurgia plástica?

 

A Agência Nacional de Saúde (ANS) não reconhece a obrigatoriedade da realização de procedimentos estéticos a não ser quando estão relacionados a questões de saúde.

A Lei 9.656 -98, de 3 de junho de 1998, traz casos específicos de situações em que a cobertura é um direito do paciente.

Como já mencionado, retirada de pele após o paciente ter feito cirurgia de redução de estômago é um desses casos, já que o excesso de pele compromete a saúde e a rotina do beneficiário.

A própria bariátrica (redução de estômago) tem cobertura já que a obesidade é considerada um risco à saúde.

Mulheres que fizeram mastectomia também têm direito à cirurgia plástica de reconstrução da mama.

A Lei ainda prevê a cobertura para beneficiários com diagnóstico de câncer de mama, lesões traumáticas e tumores em geral.

Ele inclui procedimento na mama oposta após reconstrução da contralateral em casos de lesões traumáticas e tumores para beneficiários com diagnóstico firmado em uma mama, mesmo que a outra esteja saudável.

A blefaroplastia, cirurgia que levanta as pálpebras e elimina as bolsas de gordura, uma das mais procuradas, pode também ter uma indicação clínica, o que permitirá a realização da plástica.

Nesse caso o paciente tem de apresentar a indicação médica e deve também entrar com um processo na operadora solicitando a realização do procedimento, que será analisado pelo plano de saúde.

A cirurgia plástica também é obrigatória nos casos de órteses, próteses e seus acessórios ligados ao ato cirúrgico nos planos com cobertura para internação desde que não tenham finalidade estética.

Esses são apenas alguns exemplos que integram a Lei 9.656 -98, há outros mais.

Manter-se informado, nesse caso, é essencial e você deve estar atento a tudo, pois há detalhes que podem fazer a diferença e, quem sabe, levar à realização do procedimento que você tanto sonha.

Veja também:

Qual devo escolher: Plano de saúde ou seguro de vida?