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Os erros mais comuns ao usar o cinto de segurança

Duas crianças usando o cinto de segurança

Os erros mais comuns ao usar o cinto de segurança

Você comprou um carro novo e está louco para transportar a galera para todos os lugares. Agora só falta convencer todo mundo a colocar o cinto de segurança. Por lei, todos os passageiros, precisam estar protegidos. Isso mesmo, cinto de segurança até no banco de trás. Caso não estejam, você está sujeito a uma multa gravíssima – são 5 pontos a menos na carteira de habilitação, e multa no valor de R$ 195, 23.  Não vale a pena arriscar, não é? Muito menos colocar alguém em perigo. Sendo o motorista, é de sua responsabilidade checar o uso de cinto de segurança dentro do carro.

É muito simples, mas a lei não vem sendo levada a sério. Tanto que uma pesquisa realizada pelo Ministério de Saúde revelou recentemente que apenas metade dos brasileiros apresenta o hábito de usar o cinto de segurança no banco traseiro do automóvel. Talvez seja porque não tenham consciência de que uma batida, mesmo que um carro a apenas a 50 km/hora provoca o mesmo impacto de cair do segundo andar de um prédio.

Se todos já estão com cinto de segurança, ótimo. Agora só falta checar se está tudo correto. Conheça os erros mais comuns na hora de usar o cinto de segurança:

– Quando o cinto está folgado

Para que o passageiro realmente esteja protegido, de tal forma que seja capaz de passar por uma freada brusca sem se machucar, o cinto precisa estar justo no corpo. Não tem essa de “ah, mas vai amassar minha roupa”. É medida de segurança. Essa simples atitude pode reduzir em 45% as chances de morte para aqueles que estão no banco da frente, e até 75% dos passageiros do banco traseiro.

– Cinto debaixo do braço ou para trás

Em algumas pessoas, o cinto pode gerar grande incômodo no pescoço. Entretanto, em caso de uma freada brusca, ele protege justamente o pescoço, a cabeça e a coluna do impacto.

– Dividir o cinto com crianças

Já se viu por aí alguma mãe que coloca o filho no colo e depois coloca o cinto nos dois. Mas não é assim. Para proteger a criança, ela deve andar no banco de trás, com um cinto só para ela. Algumas regras variam de acordo com a faixa etária: Bebês com menos de 1 ano são transportados no bebê conforto, de costas. Crianças entre 1 e 4 anos de idade, são transportadas na cadeirinha, com cinto. Já a criança que tem entre 4 e 7 anos é levada em assentos com elevação. A partir dos 7 anos, a criança utiliza somente o cinto de segurança do automóvel, no banco de trás do carro.