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Manter ou não o seguro?

Vale a pena manter o seguro?

Manter ou não o seguro?

Para muitos, a situação financeira não está muito boa e cortar custos é a tarefa da vez. Tarefa dificílima: como escolher quais gastos são mais ou menos importantes? Algumas pessoas estão precisando, inclusive, de um emprestimo pessoal (e podem contar com a Bidu!).

É preciso pensar bem e priorizar os investimentos, claro, em necessidades básicas e realocar o dinheiro em coisas que sejam mais importantes. Investimentos que sempre geram dúvidas são os seguros, seja o de carro, residencial, de vida ou de saúde.

Esse produto é comprado para, de preferência, não ser usado (ninguém quer bater o carro, ficar doente ou ter sua casa assaltada). Se a opção for não renovar o seguro do carro, por exemplo, você deve ter uma reserva de dinheiro para utilizar caso se envolva em um acidente. Pode ser que nada aconteça, mas pode ser que na semana após cancelar o seguro, um ônibus bata na traseira do seu automóvel. É chato, mas pode acontecer.

Se você já estourou o orçamento e as necessidades básicas – como conta de água, luz e compras no mercado – ainda não foram pagas, cancelar o seguro é uma opção válida, já que é preciso definir suas prioridades. E provavelmente o seguro não estará entre elas. Mas é preciso redobrar os cuidados já que você não estará mais assegurado.

Por isso, essa é uma decisão que deve ser muito bem pensada e analisada. Além de ter que assumir os riscos, ao cancelar um seguro você não receberá todo o dinheiro que foi investido nele – apenas um percentual variável de acordo com o mês do ressarcimento. Ou seja, além de perder a cobertura perde-se também dinheiro (que já está faltando).

Uma dica para manter-se assegurado e não ficar no vermelho é pesquisar sobre as opções de seguro. Você pode optar por uma cobertura menor, que contemple os riscos mais recorrentes ou mais caros. Estude os detalhes das coberturas disponíveis e, se valer a pena, diminua a do seu contrato.

Veja se compensa manter esses tipos de seguro:

Seguro de Automóvel

O seguro automóvel cobre riscos que são fáceis de acontecer. É recomendável mantê-lo se o carro for seu principal meio de veículo ou se você trabalhar com ele. Esse seguro costuma custar entre 5% e 10% do carro, um valor pagável caso você precise repor o veículo inteiro. Além disso, consertos pequenos como furo de pneu, troca de lâmpadas, martelinho de ouro e outros podem te custar um bom dinheiro e fazer valer a pena ter um seguro auto, já que por fora saem mais caros.

Seguro Residencial

O seguro residencial apresenta um bom custo-benefício. O valor dele é baixo se comparado ao valor da casa (e dos consertos que ela poderá precisar). Então vale a pena manter esse seguro, a não ser que seu orçamento esteja realmente apertado.

Seguro de Celular

Hoje em dia o seguro para celular é muito procurado pelos clientes, principalmente por conta de roubos e furtos (que tem números cada vez maiores). O valor costuma ser baixo, mas cada centavo conta numa crise.  Você deve avaliar se os lugares que você frequenta possui muito risco de roubo de celular e o preço dele. Se você anda muito a pé em ruas onde há incidência de roubo ou de transporte público vale a pena manter o seguro do seu smartphone. Mas pense bem antes de renová-lo, pode ser que seu celular não corra tanto risco assim.

 

Todos os tipos de seguro devem ser analisados. O seguro saúde, por exemplo, é um que quase sempre é melhor manter, já que os gastos com a área no Brasil são extremamente caros e nem sempre pode-se contar com a saúde pública. Então, você deve colocar todas as contas no papel, comparar preços, estudar suas opções e optar pela melhor escolha, sempre lembrando-se dos riscos.